No Mundo em que vivemos, cada vez mais se nutre, o sentimento da inexistência de Paz... porque não a encontrar no olhar do nosso irmão, do nosso próximo? É no olhar... que se encontra o segredo da Paz!!! Este Blogue, é o meu Blogue pessoal como tantos outros... terei o objectivo de abordar este tema "No Olhar... O Segredo da Paz". Trazendo, aqui, convidados para debater o tema.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
GEN Verde - La coperta del mondo
Uma lição de vida!!!
Fraternidade e gratuidade são, no meu entender, dois dos valores mais urgentes para o nosso tempo. Por outras palavras – precisamos de conviver mais por amizade, e encontrarmo-nos menos por interesse.
Mais uma lição de vida, em que o CHC também colaborou. Paulo Azevedo é um jovem bem perto de nós, que nos pode dizer algo sobre os valores humanos.
Com amizade, Padre Pedro.

A 29 de Outubro de 1981 nascia sem aviso prévio e após uma gravidez de oito meses, Paulo Azevedo, um bebé diferente, sem mãos nem pernas, a quem os médicos não auguravam nada de bom. Natural da Redinha, uma pequena povoação do concelho de Pombal, ainda antes de fazer um ano de idade, Paulo e a mãe, na altura uma adolescente, mudaram-se para Alcoitão, onde ficou internado cerca de dois anos até começar a ser acompanhado em Coimbra. Por volta dos três anos de idade colocaram-lhe as primeiras próteses de pernas, sendo que nunca se adaptou às próteses de mãos. Antes de completar cinco anos de idade deu o seu primeiro passo sem qualquer apoio. No Natal de 1993 o avô materno ofereceu-lhe uma moto 4 amarela e a partir daí a Redinha e as redondezas deixaram de ter segredos para ele. Nessa altura Paulo Azevedo fazia já parte do Núcleo de Teatro do colégio que frequentava e começava secretamente a sonhar com uma carreira de actor. Depois de terminar o 12º ano ingressou no curso de jornalismo, na Universidade de Coimbra, que frequentou até ao terceiro ano, altura em que decidiu começar a trabalhar para poder financiar o curso de representação com que continuava a sonhar. Quase dois anos depois, num programa de televisão para o qual tinha sido convidado na sequência de uma reportagem da $portTV, falou publicamente do seu desejo de ser actor e o actor Tozé Martinho desafiou-o a fazer o curso de representação que leccionava, uma proposta que não hesitou em aceitar. Seguiu-se o convite para a reportagem "Uma Vida Normal", emitida pela SIC e que recentemente deu lugar a um livro com o mesmo título, e o convite de Nuno Santos e de Virgílio Castelo para integrar o elenco da telenovela "Podia Acabar o Mundo", actualmente em exibição na estação de Carnaxide, onde Paulo Azevedo interpreta o papel de Raimundo, um jovem advogado.

Aos 28 anos de idade Paulo Azevedo é um exemplo de força e de determinação.
DS – Depois da SlC ter emitido a reportagem “Uma Vida Normal” o que é que mudou na sua vida?
PA – A reportagem da Sofia Arêde mudou a minha vida radicalmente. Nessa altura, ao contrário do que aconteceu agora com o livro, não hesitei, porque sempre deixei bem claro que não queria passar uma imagem de “coitadinho”.
DS – Lembra-se da primeira vez que sonhou que queria ser actor?
PA – Na escola primária adorava participar nos “teatrinhos” que se faziam nas festas de Natal e de final do ano e quando entrei no liceu formámos um grupo de teatro. Aquilo que foi a partir daí que o “bichinho” foi crescendo. Sempre tive vontade de perseguir este sonho, mas nunca arrisquei, porque tinha medo de ser vitima de preconceito. Felizmente isso nunca aconteceu.
DS – Nem mesmo na escola?
PA – Sempre tive necessidade de pertencer ao grupo dos miúdos mais famosos da escola, porque pertencendo a esse grupo sabia que ninguém me excluía e que todos me protegiam. Aquilo que eu queria não era dar nas vistas, mas sim sentir-me integrado e protegido.
DS – Preocupa-o o que se seguirá à telenovela "Podia Acabar o Mundo" em exibição na SIC?
PA – Claro. Tenho medo que quando deixar de ser novidade deixe de ter trabalho. Ainda há pouco tempo partilhava isso com o Diogo Morgado e com o Pauto Rosa, o nosso realizador de exteriores. Dizia-lhes que tinha noção de que tinha de ter papéis especficos para mim e ambos ficaram surpreendidos. O Paulo Rosa disse-me que os papéis específicos só existem aos olhos do realizador ou do encenador. Nesta telenovela por exemplo, vou fazer uma cena em que tenho um acidente de mota e não tenho qualquer duplo. Vou fazê-la sózinho, porque sinto que a consigo fazer. Felizmente o Raimundo não é uma personagem gratuita em que a minha deficiência é explorada. Nesse aspecto a SIC tem-me protegido bastante, porque não está a esgotar a minha imagem. Sei que ainda não sou verdadeiramente actor, mas vou trabalhando para o ser.
DS – Se ser actor era um sonho de criança porque é que ingressou no jornalismo?
PA – Acima de tudo para fazer a vontade da minha familia, contudo, logo no final do primeiro ano percebi que não era aquilo que queria. Mesmo assim mantive-me no curso até ao terceiro ano, mas a determinada altura senti que tinha de tomar uma decisão. porque os anos estavam a passar e se queria arriscar tinha de ser o quanto antes. Por isso desisti do curso e fui trabalhar para tentar juntar o dinheiro necessário para vir para Lisboa fazer o curso de representação. Quando reuni as condições necessárias deixei tudo, vim para Lisboa e arrisquei mesmo sem nunca ninguém me ter dado esperanças de arranjar trabalho, mas o curso eu tinha de fazer, eu tinha de tentar.

DS — Tem essa força interior desde sempre?
PA — Acho que sim, no entanto também tenho dias menos bons, como toda a gente. Mas no essencial sou uma pessoa muito positiva desde que me apercebi de que era diferente dos outros meninos. A minha família sempre me disse que eu era diferente, mas que não era inferior. Além disso nunca me escondeu e isso foi fundamental para que eu não tivesse preconceitos. Reajo um bocado mal quando se referem a mim como um “coitadinho”, porque ser diferente não é sinónimo de ser inferior.
DS — Alguma vez se revoltou com a sua própria diferença?
PA — Não. Nunca. Sempre aceitei que se tinha nascido assim era assim que tinha de ir à luta. Acredito que um dia hei-de perceber porque é que nasci assim. Aliás, acho que essa explicação está a começar a surgir. Ouvi muitas vezes as pessoas comentarem que mais valia eu não ter nascido, essas pessoas, quando agora me vêem na televisão talvez tenham uma ideia diferente.
DS — Sente-se um exemplo?
PA — Não, embora últimamente sinta um pouco essa pressão. De certa forma o livro transmite todo o meu positivismo às pessoas e o feedback que tenho tido demonstra isso mesmo. Recebo diáriamente dezenas de emails no meu blog (http://pauloazevedo.portoeditora.pt) com declarações de pessoas que olham para mim como um exemplo, logo eu, que nunca quis ser um exemplo para ninguém e que em determinadas alturas da minha vida fui tudo menos uma pessoa exemplar.
DS — No livro confessa que por volta dos 12 ou 13 anos de idade pensou algumas vezes que talvez nunca nenhuma rapariga viesse a gostar de si. Esses pensamentos perturbavam-no?
PA — Não. Na adolescência, quando os namoricos e as atracções dos meus amigos começaram, pensei algumas vezes que o mais provável era que eu nunca fosse passar pelo mesmo, mas felizmente as coisas foram acontecendo naturalmente e, tal como qualquer outro rapaz da minha idade, fui-me envolvendo com algumas raparigas, até que conheci a Maria João. Nunca procurei o amor, se ele surgisse tudo bem, mas nunca o procurei, talvez para me defender.
DS — Considera-se um homem romântico? Como é que costuma celebrar o Dia dos Namorados?
PA — Nos últimos anos não tenho celebrado o Dia dos Namorados, porque considero que esse dia deve ser celebrado todos os dias do ano. Todos os dias devemos tentar supreender a pessoa amada. No fundo sou um romântico, mas não um romântico lamechas (risos). Gosto apenas de mimar a pessoa que amo.
DS — Qual foi a sua maior vitória pessoal?
PA — A minha maior vitória foi ter conseguido dar o primeiro passo em cima das próteses. Ninguém imagina as dores que as próteses me provocaram até me habituar a elas. Agora, o meu maior sonho é poder continuar a sonhar, ou seja, continuar a ter trabalho como actor e a ser independente e autónomo.
In Dica da Semana, 12 de Fevereio de 2009 - M. J. F.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Pastores da Igreja ao serviço do Povo de Deus
Pastores da Igreja ao serviço do Povo de Deus
Que os Pastores da Igreja sejam sempre dóceis à acção do Espírito Santo no seu ensinamento e serviço ao Povo de Deus
1. Os «Pastores da Igreja...»
Nenhuma comunidade cristã pode subsistir na ausência de quem a oriente nos caminhos da fé e da fidelidade ao Evangelho de Jesus Cristo. Na Igreja Católica, este serviço é confiado aos bispos, cujo ministério é o mesmo dado por Jesus aos seus apóstolos, o grupo dos Doze. Os Bispos são, por isso, legitimamente chamados sucessores dos apóstolos – e mais ninguém pode, na comunidade católica, reivindicar este título para si. Os Bispos presidem à Igreja – ou melhor, às Igrejas – constituídos, tal como os Doze, em «colégio», em grupo unido não por simples laços humanos, mas pelo próprio Deus. E tal como os Doze, também o colégio dos Bispos é presidido por aquele que Jesus escolheu como fundamento visível da sua Igreja: o Papa, sucessor de Pedro. Separado de Pedro, ou seja, do Papa, nenhum Bispo pode continuar a servir a Igreja e a presidir à comunidade dos fiéis – pelo menos, como Bispo católico.
Logo desde os primeiros tempos, os Bispos – à semelhança dos Apóstolos – foram auxiliados, no seu ministério, por homens escolhidos de entre os fiéis da comunidade. Surgiram assim os presbíteros e os diáconos, os quais, recebendo como o Bispo, embora em graus diferentes, o sacramento da Ordem, constituem os seus mais directos e qualificados colaboradores na missão de guiar o Povo de Deus até à verdade total, que é Cristo.
2. «...dóceis à acção do Espírito Santo»
Humanos como todos os outros humanos, os Pastores da Igreja não estão isentos do pecado, das deficiências de carácter, de tudo quanto é inclinação humana para o mal; e, do mesmo modo, cada um possui virtudes e qualidades que o ajudam no desempenho da sua missão. O mais importante, porém, é a docilidade ao Espírito Santo que os consagrou com a graça própria do sacramento da Ordem. Porque não foram constituídos donos da vinha do Senhor, mas seus administradores, devem confiar sobretudo n'Aquele que os chamou ao ministério, para levarem a bom termo a tarefa de governar e santificar o Povo de Deus.
«Graças ao Baptismo, o Bispo participa, com todo o cristão, da espiritualidade que se funda na incorporação a Cristo e se manifesta no seu seguimento, segundo o Evangelho» (João Paulo II, Pastores Gregis). Esta afirmação do Papa aplica-se a qualquer ministro da Igreja e mostra quanto é necessário todos se sentirem, antes de mais, discípulos do mesmo Mestre e Senhor, Jesus Cristo. Deste modo, o seu ministério será exercido e reconhecido como dom de Deus para o serviço dos irmãos e não como objecto de disputa e ânsia de poder.
3. «...ensinamento e serviço ao Povo de Deus»
Onde melhor se manifesta a docilidade dos ministros da Igreja ao Espírito Santo é no modo como exercem a missão de ensinar e servir o Povo de Deus. No exercício deste ministério, os pastores da Igreja estão chamados a ser «simples como as pombas e prudentes como as serpentes» (Mateus, 10, 16). Quando assim não acontece, o dano que podem causar ao Povo de Deus é muito maior do que quaisquer ataques vindos de fora, por parte dos inimigos da Igreja.
Infelizmente, estes inimigos da Igreja encontram abundante colaboração no interior da mesma: sacerdotes que falam publicamente ou escrevem contra a doutrina ensinada pelo Magistério eclesial; bispos em público desacordo com os seus irmãos no episcopado (ou até com o Santo Padre); pastores fazendo coro com grupos que, da Igreja, só querem o efeito mediático da presença de um bispo ou padre nas suas manifestações; «originalidades» na celebração dos mistérios cristãos, sem nenhuma consideração pelo facto de os sacramentos não serem pertença de quem preside nem da comunidade, pois são sacramentos da Igreja; carreirismo eclesiástico nada condizente com o serviço ministerial...
O serviço dos ministros da Igreja ao Povo de Deus não lhes foi confiado para ser desbaratado dizendo ao mundo aquilo que este deseja ouvir. É muito mais proveitoso para o Povo de Deus quando os seus Pastores se empenham em ensinar os fiéis na fidelidade ao Magistério da Igreja; em formar comunidades cristãs cada vez mais vivas, porque mais exigentes no seu compromisso com o Evangelho; em dinamizar comunidades de fé operosa pela caridade, cuja opção preferencial pelos pobres se percebe nas mais pequenas coisas; em estar ao lado dos mais desprotegidos e sem voz; em denunciar, sem hesitações, os caminhos errados que alguns desejam impor à sociedade... E são muitos, felizmente, os Pastores assim!
Este serviço não encontra, certamente, tantos microfones disponíveis nem câmaras de televisão avaras de uma imagem. Mas resulta em maior bem para a Igreja e para a sociedade. E quando, por anunciar o Evangelho, não aderindo ao progressismo reinante, os microfones e as câmaras de televisão encontrem motivos para se escandalizar com algum Pastor da Igreja, essa será a confirmação mais evidente da sua fidelidade ao Espírito Santo, ensinando e servindo o Povo de Deus.
Elias Couto
Fonte: http://www.agencia.ecclesia.pt/noticia_all.asp?noticiaid=68966&seccaoid=4&tipoid=217
Igreja e Comunicação: «chip» tem de mudar
"Isto significa modernizar-se, admitir as leis da comunicação que a Igreja não pode continuar a ignorar ou querer mudar, terá de submeter-se a elas", assegura.
Na prática, José Manuel Vidal espera "Bispos prontos para responder a qualquer pergunta em qualquer altura, para transmitir mensagens claras, directas, sedutoras".
Este responsável afirma que a oportunidade de entrar no mundo mediático tem sido oferecida à Igreja "quase por obrigação, porque tinha de ser assim". As coisas mudaram e agora há necessidade de "fazer um esforço".
"Para encontrar um espaço nos media é preciso ir à sua procura, ganha-lo, e para isso é necessário preparar-se e preparar pessoas que saibam comunicar, sem problemas, com naturalidade", afirma.
O director de www.religiondigital.com, um espaço que roça os dois milhões de consultas por mês, diz que os próprios Bispos devem "gastar tempo com isto", comparando o impacto que tem uma Nota ou um documento que implica um grande esforço na sua elaboração e só chega "a quem já está convencido", ao impacto de uma mensagem "curta, agradável, directa" divulgada através dos novos meios de comunicação.
"Poderia chegar a milhares, a milhões de pessoas e é isso que é preciso fazer", aponta.
José Manuel Vidal admite, por outro lado, que "os meios de comunicação também têm de mudar o chip, porque a respeito da temática religiosa há muita ignorância e desinformação".
Tal como em Espanha há jornalistas especializados nas questões da Monarquia, da Casa Real, o director de "ReligionDigital" defende que "quem informa sobre a Conferência Episcopal, sobre a Igreja, tem de ter uma preparação muito séria, tanto em teologia como na história e na actualidade da Igreja, saber quem são as pessoas que têm voz e voto".
"Os jornalistas também se devem habituar a ver na Igreja uma proposta social importante, interessante, de valores e que pode fazer muito bem à sociedade, que não pode prescindir dessa mensagem positiva", observa, que inclui temas como amor, liberdade, solidariedade.
Apesar de ter chegado tarde à "galáxia Internet", nota-se um esforço da Igreja em recuperar o tempo perdido, ainda que muitas páginas sejam "muito más".
A Igreja tem de saber que "a Internet é já o presente, não o futuro", apesar do "gosto pela tinta" que ainda têm a maioria dos Bispos. O Papa deu um exemplo relevante, com a entrada no YouTube, que deveria ser seguido pelas figuras mais relevantes do mundo católico, atira José Manuel Vidal.
Fonte: http://www.agencia.ecclesia.pt/noticia_all.asp?noticiaid=69476&seccaoid=3&tipoid=41
Sobrevivente de aborto é campeã de natação
Por Nieves San Martín
MADRI, segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009 (ZENIT.org).- É impressionante ver na coletiva de imprensa a jovem de 19 anos, Miriam, com uma paralisia cerebral que quase não se percebe, campeã de natação, premiada também em um concurso de canções, falando de que, graças a que sua mãe biológica a dera em adoção aos seis meses a uma família, ela pôde obter estas conquistas em sua vida. É um dos pontos fortes da campanha informativa que o Fórum Espanhol da Família empreende e que foi apresentado hoje em Madri.
A campanha de informação por toda a Espanha, sobre o direito à maternidade e sobre o aborto, é feita com o slogan «Sua vida é tua vida: defesa da vida, um desafio para o século 21».
Na coletiva de imprensa intervieram o presidente do Fórum Espanhol da Família; a presidente da Fundação RedMadre; a porta-voz da campanha e Mirian Fernández, «sobrevivente de um aborto», disseram os organizadores, campeã de nacional de natação e cantora.
A campeã pretende «despertar a consciência cidadã sobre o imenso drama que todo aborto supõe e difundir as alternativas de apoio à mulher, para que nenhuma se veja sozinha diante do aborto», indica o Fórum.
Miriam Fernández, de 19 anos, contou em primeira pessoa sua experiência sobre o aborto: «Eu seria abortada por malformações, tenho paralisia cerebral por causa de uma bolha de ar no cérebro. Graças aos meus pais terem me dado em adoção, consegui seguir adiante, sou campeã nacional de natação, ganhei um concurso na televisão como cantora e agora estou fazendo faculdade. Creio que a adoção é uma das vias mais importantes na hora de pensar em abortar».
O Fórum Espanhol, além das alternativas ao aborto e a conscientização cidadã, iniciou, desde o final de 2006, 17 iniciativas legislativas populares para impulsionar a criação em toda a Espanha de uma rede solidária de apoio à mulher grávida – a RedMadre –, para ajudá-la em liberdade a identificar e buscar soluções alternativas para o aborto e para os problemas reais que a gravidez imprevista pode gerar.
«Em uma sociedade desenvolvida, nenhuma mulher deveria ficar em situação de desamparo social só por estar grávida e encontrar-se em situação de considerar o aborto», diz em sua introdução o programa da RedMadre.
A solidão de uma mulher diante da gravidez pode se ver agravada «pelo abandono e irresponsabilidade do pai, a ameaça expressa ou suposta de perda do emprego ou outros problemas de integração social específicos com os associados às singulares circunstâncias das imigrações em situação precária na Espanha».
Fonte: http://www.zenit.org
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
A Vida é...
A vida é Bela, como os verdadeiros amigos…
Os verdadeiros amigos não se compram…
Mas se eu pudesse comprava tempo…
Para com os amigos ficar para sempre!!!
A vida é um jogo, em que se ganha e às vezes se perde
Mas neste jogo os verdadeiros amigos são o primeiro prémio
Prémio, este, que não troco por nada deste mundo
Prémio, este, que não troco por nenhum ouro, pois o ouro:
São os amigos que ganhamos no jogo: da vida.
A vida, a vida, sempre uma correria…
Sempre uma aflição… sempre um senão…
Só sei que aos meus amigos eu não digo: Não
Aos amigos eu digo: estás no meu coração.
Cláudio Almeida
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
De fato, este meu ato refere-se à não aceitação deste pato com vista a assassinar a Língua Portuguesa.
Por isso ... por não aceitar este pato ... também não vou aceitar ir a esse almoço para comer um arroz de pato ...
A esta ora está úmido lá fora ... por isso, de fato lá terei de vestir um fato ...
Concordas com o modo de escrever acima exemplificado?
Se não concordares, clica na imagem que se segue e assina: