domingo, 24 de dezembro de 2006

Companheiro e amigo

Companheiro e amigo (Rui Bandeira – CD DESTINO)
Letra e Música: Ménito Ramos (Dueto com Carlos Guilherme)

Olá meu companheiro
Como estás tu?
Já faz algum tempo
Desde que te vi

A vida p´ra mim já não corre
Como corria outrora
O amor não me quer
Deixou-me p´ra trás foi embora

A vida nem sempre corre
Como nós queremos
Escuta um conselho amigo
Que eu te quero dar

Depois da tempestade
Acaba por vir a bonança
A última coisa a morrer
É sempre a esperança

Há tantas coisas na vida
Com que podemos contar
A amizade entre nós é uma delas
E nunca vai acabar
Nos bons e nos maus momentos
Podemos ter a certeza
Que a amizade que nos uniu
É p´ra nós eterna beleza

Como é tão bom ouvir
A tua voz amiga
Palavras sábias que
Só tu podes dizer
Onde tu estás amigo
Já eu estive também
Já todos nós sentimos na vida
A dor de perder alguém

Há tantas coisas na vida
Com que podemos contar
A amizade entre nós é uma delas
E nunca vai acabar
Nos bons e nos maus momentos
Podemos ter a certeza
Que a amizade que nos uniu
É p´ra nós eterna beleza

Uma lição que a vida
Te quer ensinar
A melhor forma de nós aprendermos
É a sorrir e a chorar

Há tantas coisas na vida
Com que podemos contar
A amizade entre nós é uma delas
E nunca vai acabar
Nos bons e nos maus momentos
Podemos ter a certeza
Que a amizade que nos uniu
É p´ra nós eterna beleza
------------------------------------------------------
Esta letra é, da música "Companheiro e Amigo" do Cd DESTINO, do cantor Rui Bandeira
© 2004 - Rui Bandeira * Vidisco
------------------------------------------------------
Esta múscia diz-me muito, pois defacto, depois da tempestade vem a bonança.
Mas é mais facil passa-la com os amigos, por isso a todos os que por alguma razão
estão gravados no meu coração (no local das amizades e das alegrias).
A esses digo que a amizade entre nós nunca vai acabar.
AH!! Vocês sabem quem são.
FELIZ NATAL!!!!

sábado, 23 de dezembro de 2006

Curiosidade:


Uma mulher britânica com dois úteros pode ter sido a primeira no mundo nessa condição a dar à luz trigêmeos.Hannah Kersey, de 23 anos, da cidade britânica de Northam, teve as gêmeas univitelinas Ruby e Tilly, nascidas um mesmo útero, e a outra, Grace, nascida do outro.Os bebês vieram ao mundo em setembro, sete semanas prematuros, e tiveram de permanecer no hospital por nove semanas após o parto por cesariana, mas já estão em casa.A chance de trigêmeos nascerem de dois úteros é de cerca de uma em 25 milhões.Estima-se que há apenas 70 casos no mundo inteiro de mulheres que ficaram grávidas em dois úteros.No caso de Kersey, os bebês foram gerados a partir de dois óvulos diferentes. Cada um foi fertilizado aproximadamente ao mesmo tempo por dois espermatozóides diferentes e se fixou em cada útero.Um óvulo se dividiu, produzindo as gêmeas univitelinas (idênticas) Ruby e Tilly. O outro gerou um único bebê, Grace.

Noticia: BBC

sexta-feira, 22 de dezembro de 2006

NATAL 2006

_________________°Paz°
________________°União°
_______________°Alegrias°
______________°Esperanças°
_____________°Amor°Sucesso°
____________° Realizações°Luz°
___________°Respeito°harmonia°
__________°Saúde°solidariedade°
_________°Felicidade°-°Humildade°
________°Confraternização-°Pureza°
_______°Amizade° Sabedoria ° Perdão°
______°Igualdade° Liberdade° Boasorte°
_____°Sinceridade-°Estima-°Fraternidade°
____°Equilíbrio- °Dignidade-Benevolência°
___°Fé°Bondade°Paciência°Brandura°Força°
__°Tenacidade°Prosperidade°Reconhecimento°
°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°
_______________ *FELIZ NATAL* _______________

Que neste Natal esta árvore seja a tua realidade. Que
possas sentir na tua vida, tudo o que a vida te pode dar,
de bom. FELIZ NATAL 2006

segunda-feira, 11 de dezembro de 2006

Manifesto

1. O aborto encontra-se despenalizado em Portugal desde 1984. A lei actual permite o aborto nos casos de perigo de vida da mãe, razões de saúde física e psíquica da mãe, malformação e inviabilidade do feto e violação. Neste referendo o que está em causa não é a despenalização do aborto.

Alterar a lei para quê?

2. O progresso e a evolução da ciência permitem hoje um conhecimento e acompanhamento do desenvolvimento do feto no seio materno acessível a todos. O feto não é um ente oculto, mas um ser humano conhecido e directamente observável.

Como justificar a liberalização do aborto?

3. A lei submetida a referendo estabelece a liberalização total do aborto até às 10 semanas, deixando o Estado de reconhecer qualquer protecção legal ao ser humano até esse momento. Neste referendo o que está em causa é a liberalização total do aborto.

Esta é uma opção de uma sociedade solidária?

4. A lei que vai ser referendada consagra o aborto livre, por opção da mulher, feito gratuitamente em hospital público do Serviço Nacional de Saúde ou em clínica privada financiada com os impostos pagos pelos contribuintes.

O aborto deve ser financiado pelos contribuintes?

5. O aborto tem efeitos destrutivos na vida das mulheres, deixando muitas vezes danos físicos e psíquicos irreversíveis. O aborto é uma falsa solução.

São estas as prioridades para o Estado?

6. A protecção e promoção da mulher, o apoio à maternidade e à família e uma aposta no planeamento familiar responsável são as respostas adequadas ao drama do aborto e às suas causas profundas.

A liberalização do aborto resolve algum problema económico ou social?

7. A experiência dos países onde o aborto a pedido é legal mostra que a liberalização determinou um aumento generalizado do número total de abortos e não eliminou os problemas económicos e sociais que estão na sua origem.

O que tem feito o Estado?

8. A rede de solidariedade e de apoio social criada desde 1998 pelos apoiantes do NÃO estende todos os dias uma mão amiga às mulheres grávidas que se sentem sós e precisam de ajuda.

Paridade e igualdade de direitos entre homem e mulher?

9. A lei que vai ser referendada cria um quadro legal que ignora por completo o papel do homem, excluindo-o de qualquer intervenção na decisão sobre a continuação da gravidez.

O aborto é uma solução para a mulher?

10. A liberalização do aborto promove o facilitismo e a desresponsabilização numa sociedade que se pretende mais solidária e comprometida com o bem comum.

O aborto livre promove uma sociedade mais justa?

Por estas razões, a Plataforma defende que neste referendo os portugueses devem:
* Dizer não à alteração da lei do aborto;
* Dizer não à liberalização total do aborto até às 10 semanas;
* Contribuir para uma sociedade que proteja a vida do nascituro;
* Impedir que o Estado aplique impostos a financiar o aborto;
* Impedir que as mulheres sofram danos físicos e psíquicos;
* Promover a protecção da mulher e o apoio à maternidade;
* Promover o planeamento familiar responsável;
* Contribuir para que o número de abortos não aumente;
* Apoiar a intervenção de instituições de ajuda às mulheres grávidas;
* Promover a igualdade do pai e da mãe na decisão sobre a gravidez;
* Resistir ao facilitismo e à desresponsabilização da sociedade perante a maternidade;

BY WWW.NAO-OBRIGADA.ORG

Pelo, Não !


domingo, 10 de dezembro de 2006

Aborto a pedido ? Não .


O Grupo de Cidadãos "Aborto a pedido? NÃO!", anunciou hoje, em Coimbra, que pretende dar um contributo "sereno e determinado" para a campanha do referendo, esclarecendo os aspectos éticos, médicos, sociais e jurídicos relacionados com o aborto. Apresentado hoje em Coimbra, o grupo promete que "procurará contribuir para o debate, de forma serena e determinada, promovendo o esclarecimento dos as pectos éticos, médicos, sociais e jurídicos relacionados com a questão do aborto e sua liberalização".Entre os 54 mandatários do grupo - que se classifica como "supra-partidário, trans-confessional e inter-classista" - figuram o director do Centro de Cirurgia Cardiotorácica dos Hospitais da Universidade de Coimbra, Manuel Antunes, o pioneiro em Portugal dos transplantes renais, Linhares Furtado, e os antigos presidentes da Assembleia da República e do Tribunal Constitucional Barbosa de Melo (PSD) e Cardoso da Costa, respectivamente. A cabeça de lista do PS pelo círculo de Coimbra, Matilde Sousa Franco, o presidente da Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva, o professor da Faculdade de Direito de Coimbra Jonatas Machado e o pediatra Jorge Biscaia, do Conselho Nacional da Ética para as Ciências da Vida, fazem também parte da lista de mandatários. "Como se vai tornando cada vez mais claro, o que está em causa, a 11 de Fevereiro, é a completa liberalização do aborto até às 10 semanas. Se a tese a referendo vingasse, o aborto até essa data não deixaria apenas de ser crime mas passaria a constituir também um direito de qualquer grávida, que o Estado deveria assegurar. Até às 10 semanas, a lei ignoraria completamente a vida da criança" , lê-se no manifesto constitutivo. No documento divulgado hoje, o grupo sublinha que "não existe nenhuma descontinuidade essencial na vida humana desde a concepção até à morte natural", pelo que "não tem qualquer sentido que Portugal legalize a destruição de vidas humanas durante os seus primeiros meses, a mero pedido da mãe grávida, ainda que a esta pareça não haver alternativas"."O aborto provocado é uma chaga pessoal e social que tem de ser combatida através da promoção de uma cultura de responsabilidade e de respeito pelo valor de cada vida, tendo o Estado e a sociedade inalienáveis deveres na criação de condições para que todas as mulheres que engravidam possam ter verdadeiras alternativas de vida e não façam escolhas de morte", sustenta. Com a sua base territorial em Coimbra, o Grupo "Aborto a Pedido? NÄO!", vai desenvolver a sua actividade numa perspectiva nacional, articulando-se com outros movimentos que pugnam pela vitória do "Não" no referendo do dia 11 de Fev ereiro. Outros nomes que integram a lista de mandatários são Adriano Vaz Serra, catedrático da Faculdade de Medicina de Coimbra que preside à Sociedade Portuguesa de Psiquiatria, Cruz Vilaça, presidente do Conselho Nacional de Ética da Ordem dos Médicos, Alexandra Teté, da Associação Mulheres em Acção, e Cláudio Anaia , antigo dirigente nacional e milirtante Honorário da JS.Os médicos Carlos Ramalheira e Nuno Freitas, o juiz Pedro Vaz Pato, a jurista Filomena Encarnação e os docentes universitários Henriqueta Coimbra da Silva (Genética), Manuel Queiró (Engenharia Civil), Margarida Caetano (Farmácia) e Ana Ramalheira (Literatura Alemã) são outros dos mandatários, todos unidos "na firme oposição à liberalização completa do aborto até às 10 semanas de gestação". "São pessoas muito diversas mas que têm em comum um passado e um presente de intervenção cívica na defesa dos seus ideais. Uma boa parte deles está ligada à região Centro e, em especial, a Coimbra", é referido na nota de divulgação da sessão de apresentação, que decorreu ao final da tarde de hoje no auditório do Instituto Português da Juventude.Fonte: Lusa

Portugal tem défice de 47 mil nascimentos/ano


Em Portugal nascem cada vez menos bebés. Contas feitas, estima-se que para uma renovação de gerações, ou seja, para que o número de partos fosse superior ao número de óbitos, seriam necessários mais 47 mil nascimentos por ano. Isto porque nas duas últimas décadas a quebra na natalidade fez com que ‘não nascessem’ 900 mil crianças.
A interpretação é feita pela Associação Portuguesa de Famílias Numerosas (APFN) face aos dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) referentes ao número de nascimentos no País.O presidente da APFN, Fernando Castro, explica: “Para haver uma renovação de gerações era necessário que nascesse uma média de 2,1 filhos por cada mulher.
Para que isso acontecesse seriam necessários mais 47 mil nascimentos. Ora isso não acontece, porque a média de nascimentos por cada mulher é de apenas 1,4.”O panorama da fecundidade em Portugal é ainda mais negro, segundo Fernando Castro – pai de 13 filhos, com idades que variam entre os quatro e os 32 anos. É que desde 1983 tem-se registado uma diminuição contínua do número de partos. A consequência do défice demográfico traduz-se em números: nasceram menos 900 mil crianças.“Essa falta de nascimentos faz com que hoje se fechem escolas, a seguir as universidades também serão encerradas”, afirma.
FUTURO “DRAMÁTICO”
Fernando Castro sublinha que as perspectivas futuras “são dramáticas, uma vez que gente que não nasce não vai estar a trabalhar e por isso não haverá pessoas suficientes para pagar as pensões de reforma e contribuir para a sustentabilidade da Segurança Social”.Esta conclusão leva o dirigente da APFN a defender que o número de filhos devia ser um factor a entrar para o cálculo da pensão de reforma das famílias. Pela mesma lógica, Fernando Castro considera o referendo sobre o aborto “um disparate”.
In Correio da Manhã - 2006-12-02

sábado, 9 de dezembro de 2006

Quantos Amigos tens?

Um velho voltou-se para mim e perguntou:
- Quantos amigos tens?
- Uns dez ou vinte!!! Porquê?

Ele levantou-se com esforço e tristemente agitou a cabeça e disse:
- Tu és uma pessoa cheia de sorte para ter tantos amigos...

Existe uma coisa que tu não sabes, um amigo não é apenas alguém para quem tu dizes "olá"... Um amigo é um ombro tenro no qual se chora suavemente... Um poço para levantar o teu espírito bem alto... Um amigo é uma mão para te puxar para fora... Da escuridão e do desespero... Quando todos os outros "supostos" amigos ajudaram a te colocar lá. Um amigo verdadeiro é um aliado que não pode ser movido ou comprado... Uma voz que deixa, o seu nome vivo quando outros o esquecem...

E perguntou-me mais uma vez:
- Quantos amigos tens?

E então ele levantou-se e olhou-me esperando uma resposta...

Suavemente respondi:
- Se eu tiver sorte... Eu terei-o a si!

sexta-feira, 8 de dezembro de 2006

Brevemente em Força!!!

Brevemente estarei aqui neste espaço, da blogosfera, a escrever. Em força!!! Aguardem!!!