Muitas vezes, no meio da noite, sentimo-nos sozinhos, tristes e abandonados, pensamos que chegamos ao limite das nossas forças...
Mas de repente sem nos percebamos, o dia amanhece, trazendo em seus primeiros instantes os raios de sol.
Novamente a vida nos invade...
Algo acontece... uma música... um sorriso... um telefonema...
Um recado, nem que seja virtual... Não Importa!
Renovamos as nossas forças, levantamos a cabeça, sentimo-nos fortes, e seguimos em frente.
Porque em tudo que passamos na vida esconde-se um desígnio de DEUS, que nos aprimora o espírito, o carácter e fortalece a nossa Fé!
No Mundo em que vivemos, cada vez mais se nutre, o sentimento da inexistência de Paz... porque não a encontrar no olhar do nosso irmão, do nosso próximo? É no olhar... que se encontra o segredo da Paz!!! Este Blogue, é o meu Blogue pessoal como tantos outros... terei o objectivo de abordar este tema "No Olhar... O Segredo da Paz". Trazendo, aqui, convidados para debater o tema.
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
Saudade, é?
Saudade, é quando um momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo e não consegues.
Lembrança, é quando, mesmo sem autorização, o teu pensamento relembra um capítulo da tua vida.
Preocupação, é uma amarra que não deixa o que ainda não aconteceu sair de teu pensamento.
Indecisão, é quando tu sabes muito bem o que queres, mas achas que devias querer outra coisa.
Intuição, é quando teu coração dá um salto no futuro e volta rapidamente.
Sentimento, é a linguagem que o coração usa quando precisas de mandar algum recado.
Tristeza, é uma mão gigante que aperta o teu coração.
Felicidade, é um agora que não tem pressa nenhuma.
Amizade, é quando tu não fazes questão de te emprestares aos outros.
Lembrança, é quando, mesmo sem autorização, o teu pensamento relembra um capítulo da tua vida.
Preocupação, é uma amarra que não deixa o que ainda não aconteceu sair de teu pensamento.
Indecisão, é quando tu sabes muito bem o que queres, mas achas que devias querer outra coisa.
Intuição, é quando teu coração dá um salto no futuro e volta rapidamente.
Sentimento, é a linguagem que o coração usa quando precisas de mandar algum recado.
Tristeza, é uma mão gigante que aperta o teu coração.
Felicidade, é um agora que não tem pressa nenhuma.
Amizade, é quando tu não fazes questão de te emprestares aos outros.
Em nossa vida...
"Em nossa vida precisamos de muito pouco:
Uma borracha, para apagarmos as más lembranças,
Uma tesoura para podar o que nos impede de crescer,
Lentes correctoras, que nos possibilitem, de ver o próximo e a natureza com amor,
Agulhas grandes para tecermos nossos sonhos e ilusões,
Um fecho que abra nossas mentes quando procuramos respostas...
Outro para fechar nossas bocas quando se fizer necessário,
Um outro para abrir o nosso coração...
Um relógio, para nos mostrar que é sempre hora de amar.
Um rebobinador de filmes, para recordarmos os momentos felizes.
Sapatos da moral e ética, para pisarmos com firmeza e segurança por onde quer que formos,
Enfim, um espelho, para admirarmos uma das obras mais perfeitas de Deus...
Nós!"
Uma borracha, para apagarmos as más lembranças,
Uma tesoura para podar o que nos impede de crescer,
Lentes correctoras, que nos possibilitem, de ver o próximo e a natureza com amor,
Agulhas grandes para tecermos nossos sonhos e ilusões,
Um fecho que abra nossas mentes quando procuramos respostas...
Outro para fechar nossas bocas quando se fizer necessário,
Um outro para abrir o nosso coração...
Um relógio, para nos mostrar que é sempre hora de amar.
Um rebobinador de filmes, para recordarmos os momentos felizes.
Sapatos da moral e ética, para pisarmos com firmeza e segurança por onde quer que formos,
Enfim, um espelho, para admirarmos uma das obras mais perfeitas de Deus...
Nós!"
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
Aquecimento Global
" O desastre não irá acontecer num futuro fictício, dentro de muitos e muitos anos, mas a tempo de atingir a esta geração."
Nicholas Stern
Os governantes do mundo continuam em nome do lucro a fazer mal a terra e a comprometer desde já as próximas gerações.
Um relatório hoje divulgado alertou para o risco de o aquecimento global causar o encolhimento em 20% da economia do mundo, caso não haja uma acção imediata e vigorosa para se conter o problema. O estudo, encomendado pelo governo britânico e conduzido pelo ex-economista-chefe do Banco Mundial Nicholas Stern, diz que, se o planeta mantiver as emissões de carbono no ritmo actual, a temperatura da Terra poderia subir até cinco graus dentro dos próximos cem anos, com graves consequências.
Stern disse que, se forem tomadas medidas imediatas para se combater o problema, o custo dessas medidas seriam equivalente a se pagar somente “1% a mais por tudo”, o que, segundo ele, seria viável. O desastre não irá acontecer em um futuro fictício, dentro de muitos e muitos anos, mas a tempo de atingir a esta geração.
Para ele, o aquecimento global atingirá todos os países, mas os países pobres serão os que mais sofrerão.
Nicholas Stern
Os governantes do mundo continuam em nome do lucro a fazer mal a terra e a comprometer desde já as próximas gerações.
Um relatório hoje divulgado alertou para o risco de o aquecimento global causar o encolhimento em 20% da economia do mundo, caso não haja uma acção imediata e vigorosa para se conter o problema. O estudo, encomendado pelo governo britânico e conduzido pelo ex-economista-chefe do Banco Mundial Nicholas Stern, diz que, se o planeta mantiver as emissões de carbono no ritmo actual, a temperatura da Terra poderia subir até cinco graus dentro dos próximos cem anos, com graves consequências.
Stern disse que, se forem tomadas medidas imediatas para se combater o problema, o custo dessas medidas seriam equivalente a se pagar somente “1% a mais por tudo”, o que, segundo ele, seria viável. O desastre não irá acontecer em um futuro fictício, dentro de muitos e muitos anos, mas a tempo de atingir a esta geração.
Para ele, o aquecimento global atingirá todos os países, mas os países pobres serão os que mais sofrerão.
--
Sacramento do Baptismo
Existe uma lenda que nos poderá ajudar a entender a eficácia do Sacramento do Baptismo.
Havia um rei que tinha grande amor ao seu povo. Muitas vezes, saia sozinho para visitar os diversos arredores da cidade, a fim de ver o que se passava com os seus súbditos. Uma tarde, passando por um bairro bastante pobre, encontrou um menino esfarrapado, macilento, coberto de chagas e com uma grande mancha negra na testa. Era um defeito de nascença. O rei, penalizado, aproximou-se da criança e disse-lhe:
- Como te chamas?
- Eu não tenho nome – respondeu a criança.
- Como não tens nome? Quem são os teus pais?
- Eu não tenho pai nem mãe.
- Onde moras então? Onde dormes? Onde te abrigas da chuva e da tempestade?
- Não tenho casa. Abrigo-me em baixo das pontes ou das garagens de autocarro.
- Mas afinal de que te alimentas?
- Eu vivo dos restos que me dão.
O rei, profundamente impressionado ,tomou o menino pela mão e lhe disse:
- Vem comigo. De hoje em diante, terás pai e mãe, casa para morar e tudo quanto precisares para seres feliz.
Ao chegar no palácio real, entrou nos seus aposentos e, chamando a esposa, entregou-lhe o menino, dizendo:
- Aqui trago mais um filho. É preciso dar-lhe um bom banho, vesti-lo com o traje real, curar-lhe as feridas e alimenta-lo bem, pois está muito fraco. Ele terá os mesmos direitos de usar o nosso nome e poderá sentar-se à nossa mesa. Receberá uma aprimorada educação e terá direito à herança.
O menino pobre foi lavado, recebeu as vestes reais, curou-se das feridas e foi introduzido na família real. A fim de que todos soubessem que era seu filho, o rei mandou fazer uma cirurgia plástica para tirar-lhe a mancha negra da testa e gravar-lhe na fronte o sobrenome da família real. Porém, fez-lhe certas exigências:
- Tu serás considerado meu filho somente se fores digno do nome que recebeste, isto é, se te comportares como filho do rei. Caso contrário, perderás todos os teus direitos.
A criança cresceu usufruindo de todos os direitos e regalias que o pai lhe proporcionara. Porém, quando chegou à juventude, começou a trilhar maus caminhos. Abandonou a casa paterna e tornou-se ladrão e usuário de drogas, chegando a cometer crimes que o levaram à prisão e, até à condenação à morte.
Na prisão, os prisioneiros gozavam dele, dizendo:
- Tu, o filho do rei, na prisão? Nós chegamos aqui porque somos uns pobres miseráveis. Nunca tivemos quem nos ensinasse a andar pelo caminho do bem. Mas tu, que tinhas tudo o que querias, que recebeste uma óptima educação, como podes chegar a ser condenado como nós? Isto é uma vergonha!
O filho unigénito do rei, compadecendo-se do seu irmão, que tanto amava, ofereceu-se para ir à prisão em seu lugar e dar a vida por ele. O pai, que também tinha um grande amor a este filho adoptivo, deu o seu consentimento. E assim se fez: o filho do rei deu a sua vida pela vida do irmão. Por isso o pai o glorificou.

Esta lenda, nada mais é do que um símbolo de nossa história pessoal. Nesse caso, o que significam as várias personagens e os diversos elementos desta lenda?
- Deus é o rei, o Pai de toda a misericórdia, que se compadece da miséria humana.
- Cristo é o filho único do rei. Ele se oferece ao Pai para dar a própria vida por seus irmãos.
- O menino pobre, somos nós que fomos salvos por Jesus.
- A mancha que a criança trazia na fronte é o pecado original com o qual nascemos manchados na alma.
- O nome que o Pai imprimiu em nós foi o nome de Cristãos, que nos identifica como FILHOS DE DEUS.
- As chagas que foram curadas são os pecados pessoais daqueles que se baptizam adultos, esses são apagados pela água baptismal.
- A família que passamos a pertencer é a grande família dos filhos de Deus. - A Igreja.
- A mãe que recebemos é Maria, a Mãe de Deus, Mãe da Igreja e, portanto, Nossa Mãe.
- A veste real é a veste da graça santificante, que é a vida divina, habitação da Santíssima Trindade em nós.
- O banquete que somos convidados a participar é o Banquete Eucarístico.
O Baptismo também nos dá diversos direitos:
- A recepção dos demais Sacramentos;
- A participação de todos os bens espirituais da Igreja;
- A herança de Deus, que é a Vida Eterna.
Quão grande é a nossa dignidade. Somos filhos e filhas do Rei e da Rainha do Universo. Assim, temos todos os direitos de filhos, especialmente na participação da natureza, da vida do próprio Deus.
Aquele, porém, era filho do Rei perante o mundo, mas nas suas veias não corria sangue real, enquanto em nós, pelo Baptismo, fomos mais elevados do que ele, pois em nossa alma e em nosso coração, circula a vida do Rei do Céu e da Terra. Somos da Família Real, por isso não devemos nos deixar levar por sentimentos de inferioridade.
Eis o nosso maior tesouro: o próprio Jesus nos ensinou a chamar Deus de Pai pela oração do "Pai-Nosso". Essa oração deveria fazer pulsar com intenso amor os nossos corações de Filhos de Deus.
Havia um rei que tinha grande amor ao seu povo. Muitas vezes, saia sozinho para visitar os diversos arredores da cidade, a fim de ver o que se passava com os seus súbditos. Uma tarde, passando por um bairro bastante pobre, encontrou um menino esfarrapado, macilento, coberto de chagas e com uma grande mancha negra na testa. Era um defeito de nascença. O rei, penalizado, aproximou-se da criança e disse-lhe:
- Como te chamas?
- Eu não tenho nome – respondeu a criança.
- Como não tens nome? Quem são os teus pais?
- Eu não tenho pai nem mãe.
- Onde moras então? Onde dormes? Onde te abrigas da chuva e da tempestade?
- Não tenho casa. Abrigo-me em baixo das pontes ou das garagens de autocarro.
- Mas afinal de que te alimentas?
- Eu vivo dos restos que me dão.
O rei, profundamente impressionado ,tomou o menino pela mão e lhe disse:
- Vem comigo. De hoje em diante, terás pai e mãe, casa para morar e tudo quanto precisares para seres feliz.
Ao chegar no palácio real, entrou nos seus aposentos e, chamando a esposa, entregou-lhe o menino, dizendo:
- Aqui trago mais um filho. É preciso dar-lhe um bom banho, vesti-lo com o traje real, curar-lhe as feridas e alimenta-lo bem, pois está muito fraco. Ele terá os mesmos direitos de usar o nosso nome e poderá sentar-se à nossa mesa. Receberá uma aprimorada educação e terá direito à herança.
O menino pobre foi lavado, recebeu as vestes reais, curou-se das feridas e foi introduzido na família real. A fim de que todos soubessem que era seu filho, o rei mandou fazer uma cirurgia plástica para tirar-lhe a mancha negra da testa e gravar-lhe na fronte o sobrenome da família real. Porém, fez-lhe certas exigências:
- Tu serás considerado meu filho somente se fores digno do nome que recebeste, isto é, se te comportares como filho do rei. Caso contrário, perderás todos os teus direitos.
A criança cresceu usufruindo de todos os direitos e regalias que o pai lhe proporcionara. Porém, quando chegou à juventude, começou a trilhar maus caminhos. Abandonou a casa paterna e tornou-se ladrão e usuário de drogas, chegando a cometer crimes que o levaram à prisão e, até à condenação à morte.
Na prisão, os prisioneiros gozavam dele, dizendo:
- Tu, o filho do rei, na prisão? Nós chegamos aqui porque somos uns pobres miseráveis. Nunca tivemos quem nos ensinasse a andar pelo caminho do bem. Mas tu, que tinhas tudo o que querias, que recebeste uma óptima educação, como podes chegar a ser condenado como nós? Isto é uma vergonha!
O filho unigénito do rei, compadecendo-se do seu irmão, que tanto amava, ofereceu-se para ir à prisão em seu lugar e dar a vida por ele. O pai, que também tinha um grande amor a este filho adoptivo, deu o seu consentimento. E assim se fez: o filho do rei deu a sua vida pela vida do irmão. Por isso o pai o glorificou.

Esta lenda, nada mais é do que um símbolo de nossa história pessoal. Nesse caso, o que significam as várias personagens e os diversos elementos desta lenda?
- Deus é o rei, o Pai de toda a misericórdia, que se compadece da miséria humana.
- Cristo é o filho único do rei. Ele se oferece ao Pai para dar a própria vida por seus irmãos.
- O menino pobre, somos nós que fomos salvos por Jesus.
- A mancha que a criança trazia na fronte é o pecado original com o qual nascemos manchados na alma.
- O nome que o Pai imprimiu em nós foi o nome de Cristãos, que nos identifica como FILHOS DE DEUS.
- As chagas que foram curadas são os pecados pessoais daqueles que se baptizam adultos, esses são apagados pela água baptismal.
- A família que passamos a pertencer é a grande família dos filhos de Deus. - A Igreja.
- A mãe que recebemos é Maria, a Mãe de Deus, Mãe da Igreja e, portanto, Nossa Mãe.
- A veste real é a veste da graça santificante, que é a vida divina, habitação da Santíssima Trindade em nós.
- O banquete que somos convidados a participar é o Banquete Eucarístico.
O Baptismo também nos dá diversos direitos:
- A recepção dos demais Sacramentos;
- A participação de todos os bens espirituais da Igreja;
- A herança de Deus, que é a Vida Eterna.
Quão grande é a nossa dignidade. Somos filhos e filhas do Rei e da Rainha do Universo. Assim, temos todos os direitos de filhos, especialmente na participação da natureza, da vida do próprio Deus.
Aquele, porém, era filho do Rei perante o mundo, mas nas suas veias não corria sangue real, enquanto em nós, pelo Baptismo, fomos mais elevados do que ele, pois em nossa alma e em nosso coração, circula a vida do Rei do Céu e da Terra. Somos da Família Real, por isso não devemos nos deixar levar por sentimentos de inferioridade.
Eis o nosso maior tesouro: o próprio Jesus nos ensinou a chamar Deus de Pai pela oração do "Pai-Nosso". Essa oração deveria fazer pulsar com intenso amor os nossos corações de Filhos de Deus.
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
Subscrever:
Mensagens (Atom)
