terça-feira, 22 de novembro de 2011

O Papa aos namorados: Não tenham medo do matrimônio fiel e indissolúvel

ANCONA, 13 Set. 11 / 11:30 am (ACI/EWTN Noticias)

Em seu discurso a um numeroso grupo de fiéis na Praça do Plebiscito na localidade italiana de Ancona, o Papa Bento XVI alentou este fim de semana os namorados que logo se casarão, a não terem medo do matrimônio que se caracteriza por ser fiel, indissolúvel e doador de vida.

Assim o indicou o Santo Padre neste encontro, logo depois de ter se reunido com sacerdotes e famílias na Catedral local. Em um sentido discurso, o Papa assinalou que "em alguns aspectos, o nosso tempo não é fácil, sobre tudo para vós, jovens".

"A mesa está preparada com tantas coisas deliciosas, mas, como no episódio evangélico das bodas de Caná, parece que veio a faltar o vinho da festa. Sobretudo a dificuldade de encontrar um trabalho estável estende um véu de incerteza sobre o futuro".

"Essa condição contribui para adiar a tomada de decisões definitivas, e incide de modo negativo sobre o crescimento da sociedade, que não chega a valorizar plenamente a riqueza das energias, das competências e da criatividade da vossa geração", continuou.

"Falta o vinho da festa também em uma cultura que tende a prescindir de claros critérios morais: na desorientação, cada um é forçado a mover-se de maneira individual e autônoma, muitas vezes apenas no perímetro do presente".

Assim, prosseguiu o Santo Padre, "também as escolhas de fundo, portanto, tornam-se frágeis, expostas a uma perene revogabilidade, que muitas vezes é tida como expressão de liberdade, mesmo que assinale, mais que tudo, a carência".

"Pertence a uma cultura privada do vinho da festa também a aparente exaltação do corpo, que, na realidade, banaliza a sexualidade e tende a fazê-la viver fora de um contexto de comunhão de vida e de amor".

O Papa fez logo uma enérgica e afetuosa exortação: "queridos jovens, não tenhais medo de afrontar esses desafios! Não percais nunca a esperança. Tendes coragem, também nas dificuldades, permanecendo firmes na fé. Estais certos de que, em cada circunstância, sois amados e protegidos pelo amor de Deus, que é a nossa força".

"Nada nos pode separar do amor de Deus! Estejais certos, pois, que também a Igreja vos é próxima, vos sustenta, não cessa de olhar para vós com grande confiança. Ela sabe que tendes sede de valores, aqueles verdadeiros, sobre os quais vale a pena construir a vossa casa! O valor da fé, da fé, da família, das relações humanas, da justiça", assegurou.

“Não vos desencorajeis diante das carências que parecem tirar a alegria da mesa da vida. Nas núpcias de Caná, quando vem a faltar o vinho, Maria convidou os servos a dirigir-se a Jesus e deu-lhes uma indicação preciosa: "Fazei o que ele vos disser"”, animou o Papa.

"Como namorados, vos encontrais a viver uma época única, que abre à maravilha do encontro e faz descobrir a beleza de existir e de ser preciosos para alguém, de poder-vos dizer reciprocamente: tu és importante para mim. Vivais com intensidade, gradualidade e verdade esse caminho. Não renuncieis a perseguir um ideal alto de amor, reflexo e testemunho do amor de Deus!”

"Gostaria de dizer-vos, antes de tudo, que eviteis vos trancar em relacionamentos íntimos, falsamente tranquilizadores; façais, mais que tudo, que a vossa relação torne-se levedo de uma presença ativa e responsável na comunidade”.
“Não esqueçais, pois, que, para ser autêntico, também o amor exige um caminho de amadurecimento: a partir da atração da inicial e do "sentir-se bem" com o outro, educai-vos a "querer bem" ao outro. O amor vive de gratuidade, de sacrifício de si, de perdão e de respeito pelo outro”, afirmou o Papa Bento.

O Santo Padre explicou também que "cada amor humano é sinal do Amor eterno que nos criou, e cuja graça santifica a escolha de um homem e de uma mulher em dar-se reciprocamente a vida no matrimônio. Vivais esse tempo do namoro na expectativa confiante de tal dom, que é acolhido percorrendo uma estrada de consciência, de respeito, de atenções que não deveis nunca ferir: somente nessa condição a linguagem do amor permanecerá significativa também ao passar dos anos".

Por isso é necessário que os jovens se preparem adequadamente para “escolher com convicção o "para sempre" que conota o amor: a indissolubilidade, antes que condição, é dom a ser desejado, pedido e vivido, para além de todas as mutáveis situações humanas".

"A fidelidade e a continuidade do vosso querer-vos bem vos tornarão capazes também de ser abertos à vida, de serem pais: a estabilidade da vossa união no Sacramento do Matrimônio permitirá aos filhos que Deus desejar vos dar crescer confiantes na bondade da vida. Fidelidade, indissolubilidade e transmissão da vida são os pilares de cada família, verdadeiro bem comum, patrimônio precioso para toda a sociedade".

Desde já, continuou o Pontífice, "fundai sobre tudo isso o vosso caminho rumo ao matrimônio e testemunhai-o também aos vossos coetâneos: é um serviço precioso! Sejais gratos a quantos, com compromisso, competência e disponibilidade vos acompanham na formação: são sinal da atenção e do cuidado que a comunidade cristã vos reserva. Não sejais sós: busqueis e acolheis por primeiro a companhia da Igreja".

"A experiência do amor tem no seu interior a tensão rumo a Deus. O verdadeiro amor promete o infinito! Fazei, portanto, deste vosso tempo de preparação ao matrimônio um itinerário de fé: redescubrais para a vossa vida de casal a centralidade de Jesus Cristo e do caminhar na Igreja", afirmou.

Maria, recordou o Papa Bento, “ensina-nos que o bem de cada um depende do escutar com docilidade a palavra do Filho. Em quem se confia n'Ele, a água da vida cotidiana transforma-se no vinho de um amor que torna boa, bela e fecunda a vida. Caná, de fato, é anúncio e antecipação do dom do vinho novo da Eucaristia, sacrifício e banquete no qual o Senhor nos alcança, renova e transforma".

Por isso, disse o Papa, é importante não descuidar "a importância vital desse encontro: a assembleia litúrgica dominical vos encontre plenamente participantes; da Eucaristia brota o sentido cristão da existência e um novo modo de viver".

"Não tenhais, então, medo de assumir a comprometedora responsabilidade da escolha conjugal; não temais em entrar neste "grande mistério", no qual duas pessoas tornam-se uma só carne", concluiu.

Ao finalizar o encontro, o Papa se transladou ao porto de Ancona de onde empreendeu às 18:45h a volta em helicóptero a Roma e aterrissou no heliporto de Castel Gandolfo às 19:30h do domingo.

fonte: http://www.acidigital.com/noticia.php?id=22459

segunda-feira, 4 de abril de 2011

A amizade não precisa de palavras

"A amizade não precisa de palavras - é a solidão sem a angústia da solidão"
Hammarkskjod, Dag

Linda frase que se complementa com um belo poema musicado por Rossini Pinto e cantado por Roberto Carlos. Só vou gostar de quem gosta de mim...




A vida de aparências é uma vida insignificante e sem sentido... Falaciosa! As pessoas cada vez mais têm o prazer de ver as outras a sofrerem, é natural o constante bombardeamento de insultos! E mesmo que queiramos corrigir as coisas de forma pacifica… Essas pessoas arranjam sempre uma forma de evitar a culpa: «Ah! Não tenho culpa que lhe tenha servido o capacete… / Ah! Paciência el@ é que começou, que me peça desculpas, não eu!!» Não temos a capacidade de julgar os nossos actos, mas temos essa aptidão de julgar os outros… A única coisa que sou contra, neste belo poema de Rossini Pinto, é quando este diz: «Vou modificar o meu modo de vida». Não temos que mudar nada na nossa vida, temos que aprender com os erros e corrigir-nos a nós próprios… E quando vemos os outros reagirem de forma injusta pensarmos: «É de sábio estar calado, pois eu não sou assim». Não temos que mostrar nada a ninguém, nem muito menos desvalorizar o que somos. Temos que ter a competência de sermos humildes… Ah! Mas eu sou humilde!! Seremos mesmo?!?! Humilde vem do Latim humus que significa "filhos da terra". Ser humilde é quando não somos superiores aos outros. É ter respeito pelos outros como temos pelos nossos filhos. É quando assumimos os nossos deveres, obrigações, erros e culpas sem resistência. A humildade é o primeiro degrau para a sabedoria e temos que ser corajosos para ouvir e calar. Para se puder vencer tem que se ser humilde. Está escrito na Sagrada Escritura Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus. Quem dá a outra face sem resistência. Quem ama o inimigo como ama o seu próprio amigo. Quem admite os seus erros sem dizer coisas do género: «Ah! Não tenho culpa que lhe tenha servido o capacete… / Ah! Paciência el@ é que começou, que me peça desculpas, não eu!!» Então será feliz, e humilde, pois ganha-se mais em Dar do que em Receber. Quando escrevo Dar com letra maiúsculo referiu-me ao Amor… Ganhamos mais em Dar Amor do que esperar esse mesmo Amor do outro… Que nesta Páscoa sejam felizes e amem o próximo! Feliz Páscoa!


quarta-feira, 30 de março de 2011

Quanto mais se é feliz menos se presta atenção à felicidade

Não é que é Verdade?!?

Quanto mais se é feliz menos se presta atenção à felicidade!

Depois de uma estadia de uma semana no Hospital dos Covões, em Coimbra, devido a uma pneumonia que me levou quase para os cuidados intensivos deste hospital... Mais me fez acreditar na providencia Divina. Fez-me questionar qual seria a minha razão de viver neste mundo!!

Entrei neste hospital de tal forma que os médicos deram-me 4 horas de dúvidas, de incertezas no futuro... Dizendo aos meus pais: Tudo depende das próximas quatro horas.... Eu sentia-me cada vez mais longe deste mundo, sentia-me a fugir de tudo... quando me deparo com a mais bela frase na minha mente, dada pela minha mãe numa visita que ela me fez: Meu Filho Deus está contigo.. Tem fé!

Foi nesse mesmo momento que relembro que o meu segundo nome é Emanuel - Deus connosco -, foi nesse momento que parei, reflecti e percebi mesmo que:

Me assente ou me levante
Ele Conhece os meus pensamentos
Quer deitado ou quer andando
Ele Sabe todos os meus passos

Tudo isto levou a reflectir o quanto sou feliz... Porquê?
* Porque tenho os melhores pais do mundo;
* Uma irmã que me dá tanta felicidade que às vezes nem me apercebo como é grande;
* Tenho tudo o que posso ter, o que alguém sonharia ter: um curso superior, uma casa, um homestudio (um dos meus sonhos de sempre)... Tanto que às vezes nem olho para o quanto tenho!

Esta estadia no hospital, e o quase adeus a esta vida, deu-me a certeza que às vezes não sabemos o quanto somos felizes... porque quanto mais se é feliz menos se presta atenção a essa felicidade!

Senhor nesta Quaresma ensina-me a dar mais valor a tudo o que tenho, ensina-me a dar sem receber, ensina-me a dar valor a todos os meus Bens... a tudo o que possuo porque mesmo na tempestade Tu me amas... Ensina-me a Amar como tu me amas!

sábado, 21 de agosto de 2010

Rui Bandeira no Coliseu do Porto

Após 11 anos de carreira, o cantor e músico Rui Bandeira, apresenta-se pela primeira vez ao vivo no Coliseu do Porto para um grandioso espectáculo! Nesta sala mítica, irá reunir todos os sucessos que têm marcado a sua carreira, bem como o seu mais recente álbum “Um Dia Vais Voltar”.

Depois de inúmeros concertos ao longo dos últimos anos, realizados em Portugal e no estrangeiro, este grande concerto será o culminar de uma longa tournée de 2010, onde certamente irá reunir todos os admiradores do cantor.

25 de Setembro, Sábado, é o dia para a Cidade Invicta receber este grande espectáculo, que será gravado para CD e DVD, com edição prevista para o ano de 2011.

Postos de Venda
Ticketline | Fnac | Agência Abreu | Worten | El Corte Inglês | MegaRede | Dolce Vita

Notícia by: http://www.coliseudoporto.pt

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Ele está no meio de nós: orações num iPod perto de s

http://www.ionline.pt/conteudo/47078-ele-esta-no-meio-nos-oracoes-num-ipod-perto-si

por Rosa Ramos, Publicado em 17 de Fevereiro de 2010


É a igreja dos tempos modernos. A partir de hoje, os fiéis podem descarregar diariamente orações para o iPod e rezar no metro ou no trânsito. O projecto, falado em português, chama-se "Passo a rezar"

Quando Bento XVI aterrar em Portugal, no dia 11 de Maio, poderá encontrar muitas pessoas com quem partilhar um dos mais recentes vícios de que tem desfrutado nos corredores do Vaticano. Desde 2006, o Santo Padre não larga o seu iPod nano de 2GB, oferecido por um grupo de funcionários da Rádio Vaticano na primeira visita de Bento XVI à estação, quando esta celebrava 75 anos de existência.

O Papa até está nomeado para um Brit Award - na categoria de Melhor Álbum de Música Clássica, uma vez que participa no disco "Alma Mater, Music from the Vatican" -, mas o seu iPod tem muito mais do que música. Bento XVI é um dos muitos fãs no mundo inteiro que se renderam ao projecto "Pray as you go", desenvolvido por jesuítas britânicos. O conceito, com milhares de seguidores diários, chega hoje a Portugal, falado em português. Chama-se "Passo a rezar" e traduz-se em dez minutos de oração diária em MP3. O objectivo da Igreja é acabar com a típica - e provavelmente mais repetida - desculpa dos fiéis para não rezar: falta de tempo.

Com a palavra de Deus no iPod, a oração passa a poder fazer-se individualmente em transportes públicos, no trânsito, no trabalho ou até durante outras actividades prosaicas como a corrida matinal ou as tarefas domésticas. O serviço é gratuito e os conteúdos são disponibilizados no site www.passo-a-rezar.net, em formato MP3 e WMA. A oração diária inclui um trecho do Evangelho, seguido de uma meditação. Tudo acompanhado com música de fundo - desde música sacra contemporânea, a música do mundo, incluindo portuguesa.

Modernizar a Igreja O site ainda não estava disponível e já tinha recebido, a meio da tarde de ontem, mais de 2 mil pré-inscrições de utilizadores interessados em receber os conteúdos. "A maioria já seguia a versão inglesa", garante um dos mentores do projecto, o jesuíta Francisco Martins.

O conceito português apresenta algumas inovações. Desde logo, não é obrigatório fazer o download dos ficheiros - ao contrário do que acontece em Inglaterra. "Estão disponíveis para ouvir na hora, o que poupa tempo a quem estiver ao computador", explica. Por outro lado, o download pode fazer-se em duas modalidades: descarregando um conjunto de orações semanal, ou diariamente, ficheiro a ficheiro.

O conceito, garantem os jesuítas, assenta na noção de mobilidade. E está ajustado ao estilo de vida urbano. "As pessoas já não rezam só na igreja. Queremos responder à necessidade de rezar onde o ritmo da vida o impõe", justifica Francisco Martins ao i. Até porque, garante, "a ida para o trabalho já é propícia a uma certa reflexão e introspecção. O que queremos é que essa meditação passe a ser feita através do encontro com Deus".

Castings O trabalho da Companhia de Jesus, através da obra do "Apostolado da Oração", começou nos estúdios da Rádio Renascença em Setembro. O jornalista da SIC Paulo Nogueira e 17 voluntários - "advogados, gestores, empresários" - emprestaram a voz às orações. No final de Novembro, arrancava a fase de castings para escolher as melhores vozes - dos 50 candidatos iniciais, sobraram menos de 20 colaboradores, depois das provas vocais. "O conceito pode parecer demasiado simples, mas o projecto deu muito trabalho, desde as gravações até ao licenciamento das músicas, passando pelos testes de conteúdos", recorda o jesuíta.

Ontem, ao final da tarde, ficaram disponíveis para download os primeiros ficheiros, com as orações diárias das próximas duas semanas. A partir de agora, a equipa responsável pelo projecto compromete-se a continuar a propor aos fiéis que substituam a música e o auto- -rádio nas viagens de carro por orações. Duas vezes por mês - uma em Lisboa e outra no Porto - serão gravados os conteúdos para o mês seguinte.

Só não há orações para os fins-de-semana. Deus tira folga aos sábados e domingos? Francisco Martins garante que não. "O projecto é pensado para o frenesi dos dias úteis e aos fins-de--semana há outra forma de cultivar a vida cristã", esclarece.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Isabel Alves Costa



Faleceu no dia 15 de Agosto uma das pessoas que me agradou conhecer nestes já quatro anos de ensino superior. Uma fantástica pessoa que lembrarei com todas as minhas forças e com todo o meu coração. Minha querida Professora Doutora Isabel Alves Costa, tenho a certeza, e ninguém poderá dizer o contrário, serás sempre lembrada por todos os teus amigos... já que outros não reconheceram o teu valor e esforço. No Mundo que vivemos não vale o que fazemos, mas sim a fama e os fans que conseguimos durante a vida. Agradeço tudo o que muito me ensinaste sobre TEATRO. Obrigado Professora Doutora, e Amiga, Isabel Alves Costa.


A seguir encontrasse uma notícia, do JN, que reflecte a crua realidade da vida... não sou contra a memória de Raul Solnado, pelo contrário, fui, e serei, sempre um dos seus fans incondicionais, com ele muito Ri e muito Pensei. Mas será que uma pessoa que não aparece na Televisão, e que fez tanto pela cultura de uma cidade e de um País, não merece também ela uma homenagem. Conhecida nacional e internacionalmente, mas muito poucos ouviram falar dela.

Como diz o outro: É A VIDA!!!


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A programadora Isabel Alves Costa foi ontem, segunda-feira, cremada, no cemitério Prado do Repouso, no Porto, sendo lembrada pelo ministro da Cultura, Pinto Ribeiro, como "uma grande mulher, dedicada à liberdade e à criatividade".

Primeira e última directora do Rivoli Teatro Municipal, no Porto, Isabel Alves Costa faleceu no passado sábado, na sua casa de férias, em Monção, aos 63 anos, vítima de doença súbita.

De estranhar o facto de a Câmara do Porto não ter feito uma alusão pública à morte desta figura da cidade, apesar de ter enviado uma coroa de flores com um cartão de condolências, que foram entregues ao marido. No site da Autarquia, foi publicada a mensagem de condolências de Rui Rio à família de Raul Solnado. No entanto, Isabel Alves Costa, que dirigiu uma das principais salas de espectáculo da cidade, não foi merecedora de atenção semelhante.

Pinto Ribeiro considera que a morte de Isabel Alves Costa representa "um perda muito grande para a cultura portuguesa", tendo ainda referido que "a cidade já tinha perdido um pouco por culpa própria".

"Cabe-nos a nós continuá-la e fazer o que ela fez, cada um à sua maneira", concluiu o ministro, num depoimento à agência Lusa, enquanto esperava pela saída do funeral, no exterior da igreja de Cedofeita, no Porto.